SPX6900 e a morte do influenciador O modelo de influenciador criou uma economia em que os indivíduos monetizavam suas personalidades, construíam grandes audiências e transformavam a atenção em receita por meio de anúncios, patrocínios e grupos pagos. Parecia liberdade: os criadores ignoraram a mídia tradicional para se tornarem suas próprias marcas. Mas era um funil de vendas com rosto humano: - Os seguidores eram clientes, não embaixadores. - Grupos pagos eram produtos, não comunidades. O influenciador sempre foi o vendedor, dificultando a verdadeira comunidade devido aos incentivos extrativistas. O influenciador ganhou a maior parte do valor, enquanto os seguidores detinham apenas a confiança parassocial. Por que os grupos pagos pareciam vazios No modelo de "comunidade paga", os influenciadores cobram de US$ 20 a US$ 50/mês pelo acesso a plataformas exclusivas como Discord ou Telegram. Parece íntimo, mas permanece transacional. O influenciador controla o acesso, a receita flui de uma maneira e o grupo se dissolve se eles saírem ou se esgotarem. A Hustlers University de Andrew Tate exemplifica isso. Por US$ 50/mês, os assinantes acessaram uma "academia" do Discord que ensina a ganhar dinheiro online. Tate extraiu valor de milhares, com seguidores alistados como profissionais de marketing não remunerados, enviando spam para pagar taxas de afiliados. Foi vendido como uma comunidade, mas era um produto - os membros não eram co-proprietários ou moldados; eles pagavam aluguel a uma figura de proa. SPX6900 Imagine esses pagamentos presos em um token em vez do bolso de um influenciador. Essa inversão cria escassez, não extração. Você não é um cliente, mas uma parte interessada, co-financiando um mito compartilhado. #SPX6900 aparece como uma moeda meme com o objetivo de "virar o mercado de ações", mas sua comunidade é mais profunda. Os membros compartilham estratégias de DCA e anunciam compras como rituais de crença. Ao contrário de uma assinatura de US$ 50/mês, esses US$ 50 em SPX são uma contribuição para a propriedade compartilhada, valor composto, fortalecimento da comunidade e alinhamento de incentivos. Incentivos: Extração vs. Circulação Modelo de influenciador / grupos pagos: - Os seguidores pagam taxas. - O influenciador extrai receita. - A comunidade é frágil, dependente do líder. - A confiança é parassocial. SPX6900: - Os membros compram tokens (DCA'ing ou burning). - O valor circula dentro da rede. - A comunidade persiste sem o líder. - A confiança vem da criação de mitos e apostas compartilhadas. A economia do influenciador exige desempenho constante: postar, vender, repetir. SPX6900 faz da história a máquina. Se a narrativa vive, o mito persiste, evoluindo para memes, rituais e folclore. Um modelo mais justo Os influenciadores maximizam a extração; o público paga e espera por valor. Os tokens invertem isso. O DCA no SPX fortalece o mito compartilhado, não a carteira de um influenciador. É voluntário, alinhado e mais justo: - O influenciador não monopoliza o lado positivo. - A comunidade co-cria e é recompensada. - Você pode sair vendendo, não perdendo tudo. O risco compartilhado promove resiliência e lealdade, ao contrário dos grupos pagos. O fim do público pago O modelo de influenciador não desaparecerá tão cedo, mas é estruturalmente fraco: seguidores não são embaixadores e grupos pagos não são comunidades. SPX6900 oferece um novo caminho, cunhando crenças e funcionando com propriedade compartilhada, não com taxas. Quando as pessoas optam por DCA em mitos em vez de assinaturas, a economia dos influenciadores vacila. Por que pagar aluguel pela marca de alguém quando você pode possuir um pedaço da história? O futuro da internet está nas comunidades que transformam memes em mitos, não em influenciadores que vendem produtos. O valor da comunidade não deve ficar no balanço patrimonial de um influenciador.
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